quarta-feira, 9 de maio de 2012

Hipólito da Costa

Nascido na Colônia do Sacramento, então domínio da Coroa portuguesa (hoje pertencente ao Uruguai), Hipólito era filho de família abastada do Rio de Janeiro.
Seu pai era Félix da Costa Furtado de Mendonça, alferes de ordenanças da Capitania do Rio de Janeiro e sua mãe Ana Josefa Pereira, natural de Sacramento. Após Sacramento ser devolvido á posse da Coroa espanhola, em 1777, sua família instalou-se em Pelotas, no Rio Grande do Sul, onde passou a sua adolescência. Fez os seus primeiros estudos em Porto Alegre, concluídos em Portugal, na Universidade de Coimbra, onde se formou em Leis,Filosofia e Matemática (1798).

Recém-formado, foi enviado como diplomata pela Coroa portuguesa aos Estados Unidos da América e ao México, para onde embarcou em 16 de outubro de 1798, com a tarefa de conhecer a economia desses dois países e as novas técnicas industriais aplicadas pelos norte-americanos. Viveu nos Estados Unidos por dois anos onde, na Filadélfia, veio a ingressar na maçonaria o que influenciou a sua vida daí em diante.
De volta ao reino, viajou a serviço da Coroa Portuguesa para Londres em 1802, com o objetivo declarado de adquirir obras para a Real Biblioteca e maquinário para a Imprensa Régia. Ocultamente, entretanto, os seus motivos eram o também de estabelecer contatos entre as Lojas Maçônicas Portuguesas e o Grande Oriente em Londres.
Três ou quatro dias após o seu retorno ao reino foi detido pela Inquisição por ordem de Diogo Inácio de Pina Manique, sob a acusação de disseminar as idéias maçônicas na Europa. Encaminhado às celas do Tribunal do Santo Ofício, onde permaneceu até 1805, logrou evadir-se para a Espanha sob um disfarce de criado, com o auxílio dos seus irmãos maçons. De lá passou para a Grã-Bretanha, onde se exilou sob a proteção do príncipe Augusto Frederico, duque de Sussex, o sexto filho de Jorge III do Reino Unido e grão-mestre da maçonaria inglesa.
Na Inglaterra, obtêm a nacionalidade inglesa com a ajuda do Duque de Essex, adquirindo ações do Banco da Escócia o que lhe outorgava tal direito de forma imediata. Casa em 1817 com Mary Ann Troughton da Costa com quem tem 3 filhos, além de já ter tido 1 filho com Mary Anne (Lyons ou Symons).
Obtendo a condição de estrangeiro neutralizado, um estrangeiro residente com alguns direitos políticos. De Londres passou a editar regularmente aquele que é considerado o primeiro jornal brasileiro: o Correio Braziliense ou Armazém Literário, que circulou de 1° de junho de 1808 a1823 (29 volumes editados, no total).
Com esse veículo, passou a defender as ideias liberais, entre as quais as de emancipação colonial, dando ampla cobertura à Revolução liberal do Porto de 1820 e aos acontecimentos de 1821 e de 1822 que conduziriam à Independência do Brasil. O seu principal inimigo eraBernardo José de Abrantes e Castroconde do Funchal, embaixador de Portugal em Londres, que chamou ao Corrreio: "Esta terrível invenção de um jornal português na Inglaterra", vindo a editar um periódico contra ele, que circularia até 1819 (O Investigador Portuguez em Inglaterra).

Lápide no Jardim do Museu da Imprensa
Em 1812 fez um acordo secreto com a Coroa portuguesa, que previa a compra de um determinado número de exemplares do jornal e um subsídio para o próprio jornalista, em troca de moderação nas suas críticas contra a monarquia.[1]
Faleceu em 1823, sem chegar a saber que fora nomeado cônsul do Império do Brasil em Londres. No Brasil é considerado o patrono da imprensa. Em Porto Alegre foi homenageado emprestando seu nome ao Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Estava sepultado em St. Mary the Virgin, em Hurley, condado de Berkshire; mas em 2001 seus restos mortais foram trasladados para Brasília. Atualmente seus restos mortais estão nos Jardins do Museu da Imprensa Nacional.
Seu irmão, José Saturnino da Costa Pereira, foi Senador do Império do Brasil e Ministro da Guerra.

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http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/as_ideias_e_o_tempo_de_hipolito_da_costa

Frei Caneca



Por Fernando Rebouças
Político e religioso brasileiroFrei Caneca  nasceu no Recife, em 20 de agosto de 1779; faleceu na mesma cidade em 13 de janeiro de 1825. Seu nome completo era Joaquim da Silva Rabelo, depois de sua vocação religiosa, passou a ter o nome de Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo.
Frei Caneca foi um dos mentores da Revolução Pernambucana. Era de família humilde, recebeu formação religiosa, professou os votos no convento do Carmo, em Pernambuco. Posteriormente, tornou-se secretário do visitador da ordem.
frei canecaParticipou de centros de estudos de políticas liberais, o que o estimulou a participar do movimento revolucionário. Em virtude do movimento, foi preso em 1817, cumprindo pena até 1821, em Salvador.
Retornou para Pernambuco, onde começou a lecionar filosofia, geometria e retórica. Também redigiu no jornal “Tifis Pernambuco”, fundado por ele mesmo. O jornal era de oposição ao governo central.
Exerceu o jornalismo panfletário para expressar as ideias iluministas, tendo forte referência em Montesquieu e Rousseau. A partir da instauração da monarquia por D. Pedro I, em 1822, o imperador outorgou uma Constituição conservadora em 1824, na qual Frei Caneca se opôs  ao lado de seu grupo.
No dia 2 de julho de 1824, os líderes de Pernambuco romperam com o poder central, e lançaram as bases para a estruturação de uma nova república, a Confederação do Equador, solicitando apoio de outras províncias da região Norte e Nordeste.
Sem apoio, o movimento foi sufocado e sofreu lutas sangrentas. A coluna de Frei Caneca foi cercada em 29 de novembro de 1824, pelas tropas legalistas. Frei Caneca foi condenado à forca.
Apesar dos pedidos de clemência por ordens religiosas, Frei Caneca foi encaminhado para a pena de morte no dia 13 de janeiro de 1825. Vários carrascos se negaram a enforcá-lo, o que obrigou a mudarem o método para o fuzilamento. Seu corpo foi deixado no Convento das Carmelitas.
Fontes:
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u324.jhtm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Frei_Caneca

Cipriano Barata



Por Cristine Delphino
Cipriano José Barata de Almeida, nasceu em Salvador, Bahia, no dia 26 de setembro de 1762. Foi político, médico e um dos jornalistas que mais trabalhou com política durante o Primeiro Reinado, também ficou conhecido por ter sido um dos mais ativos combatentes na luta em favor da Independência brasileira.
Se formou em cirurgia, filosofia e matemática na Universidade de Coimbra. Trabalhou como lavrador de cana-de-açúcar e foi membro da loja Cavaleiros da Luz, primeiro estabelecimento maçônico brasileiro.
cipriano barataConsiderado homem de ideias liberais e republicanas, participouda Conjuração Baiana de 1798, daRevolução Pernambucana de 1817 e das corte de Lisboa em 1821, já como deputado brasileiro pela província da Bahia. Pertencia a uma ala radical e as suas ideias deixaram os portugueses enfurecidos, sentindo a pressão retornou ao Brasil voltando-se para o lado dos que defendiam a separação de Portugal. Impedido de voltar para a Bahia, devido ao enorme contingente de tropas lusitanas no estado, foi para o Recife onde trabalhou na imprensa da Gazeta de Pernambuco. Era a oportunidade que tinha de denunciar tudo aquilo que o incomodava e comunicar ao povo o que estava acontecendo, como a ameaça de recolonização e as intenções de D. Pedro.
Logo depois, fundou o seu próprio veículo de comunicação, o jornal “Sentinela da Liberdade na Guarita de Pernambuco” , em 1823. Neste períodico o jornalista publicava textos contra a escravidão e defendia a Independência. No mesmo ano foi eleito deputado pela Bahia, mas negou-se a participar da Assembleia Constituente percebendo a aproximação das tropas de D. Pedro. Alguns dias depois de fato a Assembleia foi fechada pelos portugueses.
Cipriano Barata foi preso inúmeras vezes em diferentes ocasiões. Para se ter ideia de como ele incomodava a corte e o imperador, uma de suas prisões em 17 de novembro de 1823, deu o título de Barão do Recife ao seu realizador.
Permaneceu preso até 1830, exercendo mesmo de dentro da prisão a atividade de jornalista e veiculando os seus jornais com diferentes nomes de acordo com o lugar em que estava. O jornal já passou a se chamar “Sentinela da Liberdade na Guarita de Pernambuco”, “Sentinela da Liberdade na Guarda do Quartel General” e “Sentinela da Liberdade na Guarita de Villegaignon”. Após ser solto, voltou para a Bahia, deu continuidade as suas atividades políticas e continuou a escrever o “Sentinela da Liberdade na Guarita o Quartel-General de Pirajá” por mais seis anos. Depois se retirou para Natal, onde deu aulas de francês até a sua morte em 7 de junho de 1838.
Fontes:
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u686.jhtm
http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/cipriano_barata.html
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=384

terça-feira, 17 de abril de 2012

Rio+20: ONU critica falta de liderança do Brasil

por Cláudio Angelo

O subsecretário-geral das Nações Unidas Achim Steiner criticou ontem o Brasil por mandar "sinais trocados" nas negociações da Rio+20 e cobrou liderança do país anfitrião da conferência da ONU.
Para ele, as preparações "não estão onde deveriam estar" e, na cena internacional, já se começa a comparar a Rio+20 com a fracassada conferência do clima de Copenhague. Alemão nascido no Rio Grande do Sul, Steiner é diretor-executivo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio ambiente).

Leia a matéria na integra no portal eletrônico Folha de S. Paulo.

Fonte: http://www.rio20.gov.br/sala_de_imprensa/noticias-nacionais/rio-20-onu-critica-falta-de-lideranca-do-brasil

terça-feira, 20 de março de 2012

Rádio Maguary: A "Namoradinha" da cidade....


“Ninguém que tá na imprensa é mais importante que ninguém, nós precisamos respeitar o ser humano, nós precisamos fazer a crítica ao jogador e ao dirigente, nunca ao homem, ao pai de família, nós não temos esse direito, nós não somos donos da verdade, nós também erramos e nós temos que reconhecer.”
Guilherme Guerreiro
Radiojornalista
Gerente de Esporte da Rádio Clube do Pará 

O Cenário Político do Pará nos anos 90: os Personagens Principais1

Na década de 90 poucos personagens novos despontaram na política paraense. Os destaques da década de 80, como o ex-governador Jader Barbalho, o senador Jarbas Passarinho, o ex-prefeito Hélio Gueiros e o ex-governador Almir Gabriel já vinham exercendo papel de importância na década anterior e, em alguns casos, até antes. Nesta década, o maior destaque quando se fala em mudança, foi a primeira eleição de uma prefeitura de esquerda em Belém. Na eleição do final de 1996, Edmilson Rodrigues, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi eleito para o mandato de 1997 até o ano 2000, reelegendo-se posteriormente.

A diversidade como marca cultural

Dança, música, artesanato, festas folclóricas e religiosas, artes plásticas, lendas do imaginário popular e culinária compõem a multiplicidade de formas da cultura do Estado. Ao longo da década de 90 foi possível notar que a modernidade das técnicas e a tradição popular estavam conseguindo conviver pacificamente e em harmonia na maior parte dessas expressões.
De um modo geral, a Música Popular Paraense privilegia valores regionais. Até hoje, os compositores da terra também são inspirados pelo maior compositor paraense, o maestro Waldemar Henrique. Suas músicas mais conhecidas, como Valsinha do Marajó, Uirapuru., Boi-Bumbá e Tamba-Tajá, são redescobertas a cada nova geração e, de alguma forma, já fizeram parte do trabalho de cantores e compositores como Nilson Chaves, Vital Lima, Paulo André Barata, Valter Freitas, João Gomes e Eduardo Dias.
 Na literatura, Dalcídio Jurandir, Haroldo Maranhão e Max Martins continuam sendo os mais reconhecidos em nível nacional. Em 1998, o filósofo paraense Benedito Nunes também teve sua obra comentada em todo o país, principalmente depois de conquistar um dos prêmios mais reconhecidos da área: o Prêmio Multicultural Estadão.
 A cerâmica marajoara e a cerâmica tapajônica são expressões do melhor artesanato produzido no Estado. A primeira, originária da Ilha do Marajó, foi criada pela população indígena que há centenas de anos viveu na área. Como as peças arqueológicas não podem ser adquiridas, ficaram destinadas aos visitantes as peças de cerâmica produzidas no distrito de Icoaraci.
Entre as manifestações folclóricas mais antigas e mais conhecidas do Pará estão o carimbó, o siriá e o lundu. O município de Marapanim é considerado até hoje o berço do carimbó. Foi nessa localidade que nasceu o pescador Lucindo, mais conhecido no meio cultural paraense como mestre Lucindo. Ele se inspirou em um ritmo originário das tribos indígenas do Pará com o Maranhão para compor canções que tem como principais temáticas o amor e o mar.
 Graças ao trabalho do falecido mestre, que é considerado o maior compositor de carimbó do Estado, a cidade tem hoje o seu Festival de Carimbó, uma festividade criada para resgatar a originalidade da dança e da música, que segundo grande parte dos folcloristas do Estado, foi deturpada em outros municípios.
 Nos anos 90, as festas religiosas do Estado também continuaram sendo realizadas com a mesma intensidade das décadas anteriores. Esse tipo de manifestação, que ocorre em praticamente todos os 143 municípios, é um dos aspectos mais fortes da cultura popular regional. Em alguns locais, as festas ganham características profanas e incorporam danças e cantos folclóricos. Em Bragança, na microrregião do Salgado, a festa de São Benedito inicia no mês de maio com a peregrinação da imagem do santo em um ritual de esmolação, quando são recolhidas ofertas para as comemorações que ocorrem no dia 26 de janeiro.

A “Namoradinha da Cidade” inicia suas transmissões

Inaugurada pelos irmão Bastos (Jaime, João e Joaquim) em 1990, com concessão  para funcionar em Ananindeua (município integrante da área metropolitana de Belém),  a “odisséia” da Rádio Maguari (encontramos em alguns materiais a grafia Maguary) foi marcada pela dificuldade.
Inicialmente iniciou com 690Hz e 2Kw, que limitava é muito seu alcance. Foi transformada para  1.420 Hz (que era o sinal da Rádio Clube) por meio de edital e assim ganho 10 Kw de potência, melhoando assim o alcance de seu sinal. Mas haviam restrições a esta potência e consegiu trocar posteriormente para 1080 kHz. Mais um problema com a antena. Em virtude das restrições do Serviço de Proteção de Vôo da Aeronáutica, somente puderem utilizar um modelo PARAN, que apesar dos esforços e investimentos da rádio, não recebia mais do que 2 kW de portência e que provocava subutilização do transmissor, que era para 10 kW. Houve também a tentaviva de buscar a liberação para o canal FM, que acabou sendo arquivado no Governo Fernando Henrique. O Ministério das Comunicações, que na época tina a frente Mário Covas,  passava por uma série de mudanças, e que, segundo nossas pesquisas, criou uma expécie de “tranca” nas concessões, gerando assim uma enchurrada de rádios clandestinas por todo o país.
Após muitas dificuldades, conseguiram mudar para outro modelo de antena, MONOPOLO, na qual poderiam utilizar a potência adquirida e assim maior alcance.
No entando, o fato de não terem obtido a concessão para a FM prejudicou o projeto inicial de duas rádios (AM e FM), que inclusive contava com a proposta de um programa esportivo voltado para a FM, que daria um diferencial significativo a emissora.
Em sua equipe, a rádio na época contou com nomes de peso nas transmissões de futebol como Edyr Proença, Ronaldo Porto, Guisepe Thomaso e contou com repórteres como Chico Chagas, Paulo Bahia e o noticiarista Jorge Paulino, que integrou o jornalismo da Marajoara, inicio na Maguary. Oportunizou também as transmissões de esporte a Géo Araújo e Jerônimo Bezerra (ambos hoje na Rádio Clube). A “Namoradinha da Cidade”, denominação do próprio Jaime Bastos a emissora, também apresentou o talento da santarena Roberta Costa.
Mesmo tendo uma excelente montagem técnica - considerada um dos melhores de Belém na época segundo Jaime Bastos -, uma resposta positiva diante das pesquisas de público na época, as dificuldades em levar adiante de sustentar os custos e de “um futuro pouco promissor que sinalizava”, novamente citado por Jaime Bastos, levou a venda da mesma em 1995.

A volta ao mercado, com outro nome e perfil

Voltou a transmitir em junho de 1995, já com novo nome: Rádio Novo Tempo AM.
Foi  adquirida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em Belém. Mudou drasticamente seu perfil de programação e passou a integrar o Sistema Adventista de Comunicação*, que surgiu com a compra da primeira rádio da Igreja em 1989, na cidade de Afonso Cláudio, no Espírito Santo. Hoje são  mais de 17 emissoras em todo o país e que formam Rede Novo Tempo.
Atualmente, a Rádio Novo Tempo de Belém desenvolve um trabalho voltado para o entretenimento e informação das pessoas, com ensinamentos contidos na Bíblia. Temas ligados à educação, à saúde (principalmente a prevenção de doenças) e à formação da família. Sua audiência  é formada principalmente pelo público evangélico.
Ainda assim, a programação da rádio inclue programas como o “Histórias de Vida” ou
“Novo Tempo Mulher”, que não possuem a característica de serem programas de pregação.
Uma das principais promoções da rádio, a Caravana Novo Tempo, que é realizada de 15 em
15 dias, é outra forma de promover a interação entre as igrejas adventistas. A equipe da rádio e os locutores vão até os templos, levando cantores e promovendo atividades com os fiéis presentes. A Rádio Novo Tempo também faz a Caravana nas cidades do interior do Estado do Pará.

* Emissoras que compõem a rede: Rádio Novo Tempo de Belém/PA (1080 AM), de Curitiba/PR (106,5 FM), de Nova Odessa/SP (830 AM), de Poços de Caldas/MG (97,5 FM), de Vitória/ES (95,9 FM e 730 AM), de Maringá/PR (104,9, sem informação se AM ou FM), de Nova Hamburgo/RS (99,9 FM), de Florianópolis/SC (96,9 FM), de São José do Rio Preto/SP (1290 AM), de Teresópolis/RJ (96,1 FM), de Governador Valadares/MG (1230 AM), de Salvador/BA (920 AM), de Ilhéus/BA (1310 AM), de Afonso Cláudio/ES (1300 AM), de Nova Venécia/ES (100,3 FM), de Rio Bonito/RJ (1340 AM), de Campos/RJ (96,1 FM).


Fontes:
1-  Trecho de texto de Tatiana Nazaré Amaral Ferreira, aluna do curso de Comunicação Social da UFPA, habilitação jornalismo, em 1999. Este texto é parte integrante da pesquisa “Os Setenta Anos de Rádio Em Belém”, coordenada pela Profa Dra. Luciana Miranda Costa, do Departamento de Comunicação Social da UFPA, e também fez parte do TCC “O Rádio em Belém na década de 90 – Relatório Conclusivo, defendido por Tatiana Nazaré Amaral Ferreira em Março de 1999. Orientadora: Profa Luciana M.Costa.
• EM NOME DE DEUS: AS ONDAS RADIOFÔNICAS LOUVAM CADA VEZ MAIS AO SENHOR, Luciana Miranda Costa (Universidade Federal do Pará) Fabiana Gomes de Souza e
Cristiana Karine N. Cardoso – Pesquisa apresentada durante o INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – BH/MG – 2 a 6 Set 2003.
Trabalho apresentado no Núcleo de Mídia Sonora, XXVI Congresso Anual em Ciência da Comunicação, Belo
Horizonte/MG, 02 a 06 de setembro de 2003.
O Pará Nas Ondas Do Rádio: http://www.oparanasondasdoradio.ufpa.br/livro.htm